quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Windows 10 Pro x64 x84

Windows 10 é uma versão do Microsoft Windows, uma série de sistemas operativos comercializados pela Microsoft. A sua primeira versão de testes foi lançada em 1 de outubro de 2014 e o lançamento oficial foi em 29 de julho de 2015.[6] Foi o sucessor do Windows 8.1. O Windows 10 foi disponibilizado para download via MSDN e Technet como uma atualização gratuita para cópias de varejo de usuários do Windows 8 e Windows 8.1 através da Windows Store e também para usuários do Windows 7 via Windows Update no primeiro ano de lançamento.[7] O sistema recebe novas atualizações de forma contínua, que estão disponíveis sem custo adicional para os usuários, além de compilações de testes adicionais do Windows 10 que estão disponíveis para os usuários do Windows Insider.

O Windows 10 utiliza a aplicativos universais, uma expansão da interface Metro introduzida no Windows 8. Os aplicativos universais podem ser desenvolvidos para serem executados em vários produtos da Microsoft com código quase idêntico — incluindo PCstabletssmartphonesXbox OneSurface Hub e Mixed Reality.

A interface do Windows foi totalmente redesenhada para oferecer transições entre uma interface orientada para mouse e teclado e uma interface otimizada para tela sensível ao toque, exclusivos de PCs 2 em 1. O Menu Iniciar está presente, agora em um formato adaptado para computadores com mouse e teclado entre outras novidades, como múltiplos ambientes de trabalho (Visão de Tarefas), novo navegador intitulado Microsoft Edge, Central de Ações e notificações, adição de novos aplicativos (Filmes e TV, Groove Música, Fotos, Microsoft Store, Outlook, Calculadora, Xbox, Office e até o prompt de comando) e um/a assistente virtual inteligente, o/a Cortana.[8] Além das mudanças, a Microsoft anunciou que disponibilizará a nova versão do Windows tanto para quem utiliza a edição original tanto para quem utiliza uma edição não ativa. Porém, os utilizadores dessa edição do sistema não terão direito a suporte da marca.[9] Este sistema operacional é o NT 10.0, saltando do 6.3 do Windows 8.1.[10] Diversos recursos adicionais e patchs de correções de erros foram disponibilizados após o lançamento original do sistema por meio de atualizações de software feitas pelo Windows Update.

O Windows 10 recebeu, em grande parte, análises positivas, desde a sua data original de lançamento em 29 de julho de 2015; os críticos elogiaram a posição da Microsoft diante das críticas (especialmente dos usuários comuns) e sua decisão de eliminar algumas das mecânicas introduzidas no Windows 8, bem como a adição de um ambiente mais direcionado ao uso em computadores desktop, muito igualmente as versões anteriores do Windows, não obstante que a interface de touch do Windows 10 foi criticada por possuir diversas regressões em comparação à interface touch do Windows 8. Os críticos também elogiaram os melhoramentos do software integrado com o Windows 10 em comparação ao 8.1, a adição da integração com o Xbox Live, bem como as funcionalidades e capacidades do assistente pessoal do Cortana, e a substituição do Internet Explorer pelo Edge - apesar de que o navegador foi também criticado por ser incluso ainda em desenvolvimento.

O Windows 10 também foi criticado por limitar os usuários o quanto eles podem ter controle de suas operações; em particular, o Windows Update realiza a instalação de atualizações automaticamente, não permite mais que os usuários façam uma seleção manual do que deve ser instalado, e apenas as edições Pro do Windows 10 podem atrasar as atualizações automáticas. O consenso de privacidade do sistema, também foi assinalada por críticos e advogados, apontando que as configurações padrões do sistema e outras peculiaridades requisitam do envio de informações do usuário para a Microsoft e seus afiliados. A Microsoft também recebeu críticas pela forma como fez a distribuição do Windows 10 - que foi a inclusão automática dos arquivos de instalação sem demonstrar ao usuário pop-ups relativos ao upgrade. Os críticos caracterizaram o lançamento do Windows 10 como tendo sido levado às pressas, citando o estado incompleto de alguns dos softwares inclusos com o sistema (como é o caso do Microsoft Edge aludido acima), bem como a instabilidade do sistema operacional em si após seu lançamento.[11] Em 1 de fevereiro de 2018, o Windows 10 passou o posto de sistema mais usado no mundo com 42,78% dos usuários, posto que antes era do Windows 7 que possuía 41,86% de preferência dos usuários. Em outubro de 2022, 71,29% das máquinas do mercado estavam executando o Windows 10. [12][13]

                                                         






DOOM 3 (PC)

Doom 3 é um jogo eletrônico do gênero de tiro em primeira pessoa, mais tarde convertido para Xbox. Produzido pela id Software e distribuído pela Activision,[1] é um jogo desconexo da série principal e suas sequências. Sendo um reboot da série e uma reimaginação de Doom.

Foi lançada inicialmente lançado para Windows e Linux em 2004, recebendo versão para MacOS e para o console Xbox da Microsoft em 2005. Uma expansão, Doom 3: Resurrection of Evil, também foi lançada.

Desenvolvimento

John Carmack, cofundador da id Software, fotografado na E3 de 2006

Em 2000, John Carmack pôs um plano anunciando um remake de Doom com nova tecnologia. Isso mostrou uma controvérsia circulando na id.

Kevin Cloud e Adrian Carmack , dois dos donos da id Software, tinham forte oposição a um remake de Doom . Eles acharam que a id estaria voltando para velhas formas novamente. Mas a boa recepção de Return to Castle Wolfenstein e as tecnologias melhores fizeram a maioria dos empregados concordarem com o remake. E eles deram um ultimato a Kevin e Adrian: "Deixe-nos refazer Doom ou demita-nos" (incluindo John Carmack). Depois de confrontos amigáveis ​​(embora o artista Paul Steed tenha sido demitido em retaliação), deste modo o acordo para Doom 3 foi feito.

O jogo demorou 3 anos para ser produzido. Em 2001 foi revelado na MacWorld em Tokyo e mais tarde demonstrado na E3 em 2002, quando um vídeo de 15 minutos fora mostrado. Ganhou 5 prêmios na E3 naquele ano. Logo depois, uma versão de desenvolvimento vazou da ATI Technologies e se espalhou na internet. O jogo também fora mostrado na E3 em 2003 e 2004, mas o site da id Software só começou a incluir Doom 3 em 2003. De acordo com John Carmack, o desenvolvimento demorou mais que o esperado. O jogo iria chegar junto com outros dois atiradores esperados, Halo 2 e Half-Life 2, no Natal de 2003.

Doom 3 acabou sua produção em 14 de Julho de 2004. Em 3 de Agosto fora lançado nos EUA, e 10 dias depois no resto do mundo (exceto na Rússia e ex-URSS, onde a localização demorou demais e só foi lançado em Dezembro). Dois dias antes do lançamento oficial, piratas conseguiram uma cópia de Doom 3 que rapidamente se espalhou na Web (embora um serial fosse necessário para multijogador).

História

A trama é similar a do Doom original, a história fala sobre um fuzileiro espacial mandado para uma missão de rotina em Marte . Mas ao contrário do original, em que a história era algo secundário, desta vez a id Software empregou um escritor de ficção científica , Matthew Castello, para escrever o script e ajudar com os storyboards . Os eventos e atmosfera tem como grande influência filmes como Madrugada dos Mortos de George Romero e Alien , de Ridley Scott .

Uma novidade nos jogos da id fora introduzida: cenas de animação que dão propósito e contexto às ações do jogador. E se assemelhando a jogos como System Shock e Aliens versus Predator 2 , várias mensagens de texto, voz e vídeo estão espalhados pela base em que o jogo se passa, para mostrar a história e preocupação da população sobre a base em Marte.

A história de Doom 3 começa com a descoberta de ruínas subterrâneas no solo marciano. Sinais mostram que, eras atrás, os marcianos desenvolveram uma tecnologia de teletransporte. No entanto, foi descoberto tarde demais que o teletransporte passava pelo Inferno. Invadida pelos demônios, os alienígenas criaram uma arma, o Soul Cube, abastecida pelas almas de quase todos os marcianos, e usada para derrotar e conter os demônios no Inferno.

E assim, os sobreviventes deixaram relatos para alertar a visitantes que não recriassem a tecnologia e abrissem o portal para o inferno, teleportando-se para local desconhecido em seguida.

A Union Aerospace Corporation (UAC), descobrindo o Soul Cube, resolve usá-lo para criar o mesmo teletransporte. Descobrindo que abriram um portal para o Inferno, cientistas liderados por Malcolm Betruger resolvem explorar mais a fundo. Por causa dos experimentos, fenômenos bizarros e acidentes de trabalho começam a ocorrer em Marte, levando fuzileiros a serem chamados.

Betruger leva o Soul Cube para o Inferno e, aparentemente tendo passado por uma lavagem cerebral, faz um acordo com as criaturas lá. Os demônios então atacam a colônia de Marte, matando ou zumbificando a maior parte da população. Os fuzileiros foram rapidamente exterminados pelos demônios e zumbis, com a exceção de um soldado - o controlado pelo jogador.

Durante o jogo, uma mensagem é enviada a terra em busca de reforços. O fuzileiro sobrevivente (você) descobre então que Betruger pretende trazer forças do inferno, usar as naves dos reforços terrestres para levar os demônios à Terra e conquistá-la.

O fuzileiro insiste na luta contra os demônios e Betruger manda-o para o Inferno no intuito de destruí-lo. Já no Inferno, o soldado enfrenta o Guardião - um enorme demônio sem olhos que precisa da ajuda de pequenas criaturas (Seekers) para ajudar perseguir o jogador. Derrotando o Guardião, o Soul Cube é libertado, e o jogador volta a base com ele sob sua posse.

As ações do jogador tem como objetivo parar a invasão. Betruger encontra outra maneira de viajar até o Inferno: ele abre um portão demoníaco nas ruínas, no subsolo das instalações marcianas. Esse é o caminho que o jogador deve seguir para deter os demônios. No final, o fuzileiro terá que usar o Soul Cube para derrotar o mais poderoso guerreiro demônio, o Cyberdemon, e fechar o portal usando os poderes do Cubo.

Chegam então os reforços. O fuzileiro é encontrado vivo, mas Betruger não é encontrado.

Jogabilidade

Assim como nos outros Doom , o jogo tem como objetivo o de passar pelos labirintos cheios de monstros, buscando a entrada para o próximo nível. Mas diferente dos anteriores, também há personagens amigos, e a inteligência artificial dos inimigos é mais sofisticada.

Há diversos itens, como armaduras, kits de primeiros socorros (para curar), Berserk (invencibilidade), invisibilidade (só no multiplayer), mochilas (carrega mais itens), chaves para portas trancadas e tanques de oxigênio para aguentar a atmosfera marciana (fora da colônia). O personagem carrega um PDA que recebe e-mails, lê discos de vídeo com informações e abre portas.

Há 12 armas em Doom 3: os próprios punhos, lanterna (que além de iluminar pode ser usada para bater), pistola básica, espingarda, 2 metralhadoras (uma delas é a clássica minigun), granadarifle de plasmalançador de foguetesmotoserraSoul Cube (arma importante que se consegue no fim do jogo) e BFG 9000, uma arma fícticia e tradicional da série (BFG é um acrônimo de Big Fucking Gun, porém os jogadores brasileiros a chamam de Bola de Fogo Gigante, no filme aparece como Bio Force Gun version 3.14, mas o personagem Sarge a chama pelo nome original, em tom de brincadeira).

Inteligência artificial

O jogo não mostra muita inovação nessa área, onde a maioria dos inimigos responde às suas ações de forma mecânica e previsível. Os soldados zumbis são os únicos que agem um pouco mais "inteligentemente", e tentam se esconder em cantos ou obstáculos no meio do caminho, enquanto abrem fogo contra você. Outros pulam de lado, tentando desviar. Mas se resume à isso, enquanto o restante apenas corre em sua direção, independentemente se estão ou não sendo feridos. O jogo inovou mais pela parte gráfica e em menor parte pela física, do que pela inteligência artificial.

Expansão

No dia 3 de abril de 2005, a id Software liberou uma expansão do Doom 3 para o Windows, intitulada Resurrection of Evil. Foi desenvolvida pela Nerve Software, uma empresa que tem parceria com a id em vários outros projetos, incluindo Return to Castle Wolfenstein e a conversão de Doom para Xbox. Publicada mais uma vez pela Activision, uma versão para Linux foi lançada em 24 de Maio de 2005, e uma versão para Xbox em 5 de Outubro de 2005.

A expansão caracteriza-se por apresentar doze novas fases single player, que se passam um ano depois do enredo original. A jogabilidade multiplayer foi melhorada, oficialmente aumentando o limite de jogadores para oito e adicionando novos modos de jogo, tais como capture the flag.

Também foram adicionados novos inimigos (o mais notável foi o retorno das lost souls em forma de caveira do Doom clássico ) e três novas armas: o Grabber , muito semelhante à Gravity Gun do Half-Life 2 ; uma espingarda de dois canos , semelhante à do Doom II ; e, finalmente, um artefato chamado Hellstone ,que se assemelha a um coração humano com algumas partes mecânicas, com poderes especiais.

A história é simples, após se passar um ano do massacre em marte a UAC resolve reconstruir o laboratório e descobre um poderoso amuleto nas escavações (o Hellstone), ao pegar o amuleto o portal é reaberto e todos são mortos, como sempre o fuzileiro controlado pelo jogador é o único sobrevivente. Agora sua missão é derrotar Maledict o chefe dos demônios e fechar de uma vez por todas os portais para o inferno.

     Requisito Windows 7/8/10 ou Superior  Memória 3 Gigas

 Gráfico 

NVIDIA GeForce 9800 GT/ATI Radeon HD 5750, 512 MB de RAM de vídeo
                                                    



Driver de Aúdio Realtek Intel (Windows 7 , 8, 8.1 , 10)

A Realtek Semiconductor Corp. (chinês: 瑞昱半導體股份有限公司, pinyin: Ruìyù Bàndǎotǐ Gǔfèn Yǒuxiàn Gōngsī), é uma empresa de semicondutores sem fábrica situada em Hsinchu Science Park, Hsinchu, Taiwan. A Realtek foi fundada em outubro de 1987 e subsequentemtne listada na Bolsa de valores de Taiwan em 1998. A Realtek atualmente fabrica e vende uma variedade de microchips globalmente e suas linhas de produtos geralmente se enquadram em três categorias: CIs de rede de comunicações, CIs de periféricos de computador e CIs de multimídia. Em 2019, a Realtek empregava 5.000 pessoas, das quais 78% trabalham em pesquisa e desenvolvimento.[1][2]

Produtos

  • Os produtos de CI de rede de comunicação fabricados e comercializados pela Realtek incluem: controladores de interface de rede (tanto os controladores Ethernet 10/100M tradicionais e os controladores Ethernet gigabit mais avançados), controladores de camada física (PHYceiver), controladores de switch de rede, controladores de gateway, CIs LAN wireless, bem como controladores de roteador ADSL. Em particular, os controladores 10/100M Fast Ethernet da série RTL8139 atigiram seu apogeu no final da década de 1990 e continuaram a assumir uma parcela significativa e, por fim, predominante no mercado mundial nos anos seguintes.
  • Esses dispositivos categorizados como produtos de CI periféricos para computador da Realtek consistem nos tradicionais Codecs de áudio AC'97, os codes High Definition Audio, controladores leitores de cartão, geradores de relógio e CIs IEEE 1394.
  • Os produtos de CI multimídia incluem controladores de monitor LCD, controladores de TV LCD e processadores de mídia digital.
Sede da Realtek em Hsinchu Science Park

Problemas conhecidos

  • Em 2021, é amplamente reconhecido pela comunidade do Windows e Linux que a Realtek não oferece suporte oficial de driver, nem repositórios para seus chipsets, o que acaba gerando um problema de compatibilidade que afeta centenas de marcas diferentes que dependem dos chipsets Realtek. Para Windows, um repositório não oficial foi criado pela comunidade em realtek.cz.

Infelizmente, os usuários baseados em Linux são deixados abandonados sem suporte, com poucos repositórios git estáveis criados, mantidos e corrigidos por desenvolvedores individuais.

Esta falta de apoio é uma preocupação séria de segurança, já que as origens de drivers da comunidade são de origem desconhecida, o que pode ou não representar uma ameaça à segurança.

Produtos notáveis

Um chip RTL8139C visto em um adaptador de banda larga para o console de jogos eletrônicos Sega Dreamcast.

Os produtos notáveis da Realtek incluem controladores Ethernet 10/100M (com uma participação de mercado global de 70% em 2003) e codecs de áudio (AC'97 e HD Audio), onde a Realtek tinha uma participação de mercado de 50% em 2003 e uma participação de mercado de 60% em 2004, concentrada principalmente no segmento de mercado de áudio integrado OEM.[3] A partir de 2013, o codec de áudio ALC892 HD e o chip RTL8111 Gigabit Ethernet tornaram-se favoritos OEM particulares, oferecendo preços baixos e conjuntos de recursos básicos. NICs baseados em RTL8139 são apelidados de "cartões de caranguejo" em Taiwan, aludindo à aparência de caranguejo do logotipo da Realtek.[4]

Chipsets para reprodutores e gravadores multimídia HD

Placa gráfica EGA com Realtek RTG3101

A crescente popularidade dos players de mídia HD em 2009 levou à entrada da Realtek nesse mercado. A primeira série, os modelos 1xx3[a] foram vendidos a um preço mais baixo do que os chipsets de qualidade semelhantes dos concorrentes da Realtek. (Os principais concorrentes eram os Sigma Media Players.)

Realtek produziu três versões principais do Realtek 1xx3 e várias variações menores. As três versões principais do chipset 1xx3 (1073, 1183 e 1283) apresentavam o mesmo chip em termos de suporte de formato e desempenho, sendo a única diferença a capacidade adicional de gravar fontes AV no 1283. Suporte de áudio HD no 1xx3 melhorou ao longo da vida do chipset com várias revisões. As versões DDe CC do chipset adicionaram suporte total de áudio HD 7.1 ao chipset.

Os 1073 players são todos construídos em um SDK comum (firmware + SO) fornecido pela Realtek. Isso significa que todos eram essencialmente semelhantes em desempenho e interface. Isso também significava que a produção desses players era muito fácil para os fabricantes, tudo o que eles precisavam fazer era criar o hardware e a Realtek fornecia o software.

Os principais players da Realtek 1073 foram o Xtreamer original, o Asus O! PlayHD, o ACRyan PlayOn e o Mede8er MED500X. Os fabricantes lançaram centenas de players Realtek 1073.

No início de 2011, a Realtek lançou as séries 1xx5, incluindo o 1055 e o 1185. Estes são os sucessores da série 1073. Todos os três chips rodaram a 500Mhz, o que proporcionou um pequeno aumento de desempenho. Caso contrário, os chips ofereceram o mesmo suporte de formato abangente da geração anterior. Todos os chips rodavam o mesmo Realtek SDK4 Casablanca, que oferecia experiência de usuário aprimorada(esteticamente, indexação de mídia adicionada, miniaturas ...) do SDK de estoque. Tal como acontece com a versão posterior do chipset 1xx8, downmis e passagem full 7.1 HD-audio são suportados no 1xx5.

A Realtek lançou a próxima geração de seus chipsets, a série 1xx6 1186, no início de outubro de 2011. Eles rodavam a 750Mhz, suportavam HDMI 1.4, eram capazes de 3D, incluindo 3D ISO, e foram capazes de inicialização dupla no Android. Os principais players 1186 incluem a série Mede8er X3D (MED1000X3D, MED800X3D, MED600X3D), Xtreamer Prodigy 3D e HiMedia 900B.[5]

Falha de segurança

De acordo com a análise abrangente lançada pela Symantec em 2011 a respeito do vírus Stuxnet,[6] o certificado digital da Realtek para Windows foi comprometido, permitindo que os invasores assinassem digitalmente drivers maliciosos sem que os usuários fossem notificados. O certificado foi então revogado pela Verisign"Os invasores precisariam obter os certificados digitais de alguém que pode ter entrado fisicamente nas instalações das duas empresas (Realtek e JMicron) e os roubado, visto que as duas empresas estão fisicamente próximas." afirma o relatório.