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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Windows 10 Pro x32

Windows 10 é uma versão do Microsoft Windows, uma série de sistemas operativos comercializados pela Microsoft. A sua primeira versão de testes foi lançada em 1 de outubro de 2014 e o lançamento oficial foi em 29 de julho de 2015.[6] Foi o sucessor do Windows 8.1. O Windows 10 foi disponibilizado para download via MSDN e Technet como uma atualização gratuita para cópias de varejo de usuários do Windows 8 e Windows 8.1 através da Windows Store e também para usuários do Windows 7 via Windows Update no primeiro ano de lançamento.[7] O sistema recebe novas atualizações de forma contínua, que estão disponíveis sem custo adicional para os usuários, além de compilações de testes adicionais do Windows 10 que estão disponíveis para os usuários do Windows Insider.

O Windows 10 utiliza a aplicativos universais, uma expansão da interface Metro introduzida no Windows 8. Os aplicativos universais podem ser desenvolvidos para serem executados em vários produtos da Microsoft com código quase idêntico — incluindo PCstabletssmartphonesXbox OneSurface Hub e Mixed Reality.

A interface do Windows foi totalmente redesenhada para oferecer transições entre uma interface orientada para mouse e teclado e uma interface otimizada para tela sensível ao toque, exclusivos de PCs 2 em 1. O Menu Iniciar está presente, agora em um formato adaptado para computadores com mouse e teclado entre outras novidades, como múltiplos ambientes de trabalho (Visão de Tarefas), novo navegador intitulado Microsoft Edge, Central de Ações e notificações, adição de novos aplicativos (Filmes e TV, Groove Música, Fotos, Microsoft Store, Outlook, Calculadora, Xbox, Office e até o prompt de comando) e um/a assistente virtual inteligente, o/a Cortana.[8] Além das mudanças, a Microsoft anunciou que disponibilizará a nova versão do Windows tanto para quem utiliza a edição original tanto para quem utiliza uma edição não ativa. Porém, os utilizadores dessa edição do sistema não terão direito a suporte da marca.[9] Este sistema operacional é o NT 10.0, saltando do 6.3 do Windows 8.1.[10] Diversos recursos adicionais e patchs de correções de erros foram disponibilizados após o lançamento original do sistema por meio de atualizações de software feitas pelo Windows Update.

O Windows 10 recebeu, em grande parte, análises positivas, desde a sua data original de lançamento em 29 de julho de 2015; os críticos elogiaram a posição da Microsoft diante das críticas (especialmente dos usuários comuns) e sua decisão de eliminar algumas das mecânicas introduzidas no Windows 8, bem como a adição de um ambiente mais direcionado ao uso em computadores desktop, muito igualmente as versões anteriores do Windows, não obstante que a interface de touch do Windows 10 foi criticada por possuir diversas regressões em comparação à interface touch do Windows 8. Os críticos também elogiaram os melhoramentos do software integrado com o Windows 10 em comparação ao 8.1, a adição da integração com o Xbox Live, bem como as funcionalidades e capacidades do assistente pessoal do Cortana, e a substituição do Internet Explorer pelo Edge - apesar de que o navegador foi também criticado por ser incluso ainda em desenvolvimento.

O Windows 10 também foi criticado por limitar os usuários o quanto eles podem ter controle de suas operações; em particular, o Windows Update realiza a instalação de atualizações automaticamente, não permite mais que os usuários façam uma seleção manual do que deve ser instalado, e apenas as edições Pro do Windows 10 podem atrasar as atualizações automáticas. O consenso de privacidade do sistema, também foi assinalada por críticos e advogados, apontando que as configurações padrões do sistema e outras peculiaridades requisitam do envio de informações do usuário para a Microsoft e seus afiliados. A Microsoft também recebeu críticas pela forma como fez a distribuição do Windows 10 - que foi a inclusão automática dos arquivos de instalação sem demonstrar ao usuário pop-ups relativos ao upgrade. Os críticos caracterizaram o lançamento do Windows 10 como tendo sido levado às pressas, citando o estado incompleto de alguns dos softwares inclusos com o sistema (como é o caso do Microsoft Edge aludido acima), bem como a instabilidade do sistema operacional em si após seu lançamento.[11] Em 1 de fevereiro de 2018, o Windows 10 passou o posto de sistema mais usado no mundo com 42,78% dos usuários, posto que antes era do Windows 7 que possuía 41,86% de preferência dos usuários. Em outubro de 2022, 71,29% das máquinas do mercado estavam executando o Windows 10. [12][13]

                                                                   





Rufus 4.7

O Rufus 4.7 é uma atualização importante do popular utilitário gratuito para criação de pen drives bootáveis. Lançado oficialmente em abril de 2025, o programa trouxe correções de segurança críticas e melhorias de compatibilidade para sistemas modernos. [1, 2, 3, 4]

🚀 Principais Novidades do Rufus 4.7 [1]
De acordo com o registro oficial de alterações no GitHub do Rufus, as novidades incluem: [1]
  • Atualização automática de DBX: Adiciona um mecanismo para detectar e baixar DBXs atualizados diretamente do repositório oficial da UEFI, reforçando a segurança do Secure Boot. [1, 2]
  • Suporte à compressão zstd: Permite processar imagens de disco que utilizam essa tecnologia de compactação. [1, 2]
  • Exclusão de discos por GPT GUID: Nova função nas configurações que permite ignorar discos específicos, evitando acidentes ao listar mídias conectadas. [1, 2]
  • Detecção aprimorada de VHD: Avisa previamente se imagens VHD comprimidas forem grandes demais para o tamanho do pen drive de destino. [1, 2]
  • Correção de segurança (CVE-2025-26624): Corrige uma vulnerabilidade de carregamento lateral (side-loading) associada ao arquivo cfgmgr32.dll. [1, 2]
  • Otimizações no Windows 11: Mantém e aprimora os recursos para contornar restrições de instalação do Windows 11 (como requisitos de TPM 2.0 ou conta Microsoft obrigatória). [1, 2]
📥 Como baixar?
O utilitário pode ser baixado em sua versão executável padrão ou portátil diretamente no Site Oficial do Rufus ou no repositório de lançamentos do desenvolvedor. [1, 2]
(Nota: Embora a versão 4.7 tenha sido um marco importante de 2025, o utilitário continuou recebendo atualizações subsequentes, estando disponíveis versões mais recentes como a 4.14). [1]

                                                      






domingo, 8 de fevereiro de 2026

OBS Classic (Ferramentas,Software,)

 

Open Broadcaster Software (OBS) é um programa de streaming e gravação gratuito e de código aberto mantido pelo OBS Project. O programa tem suporte para o Windows 10 e posterior, macOS 11.0 e posterior e Ubuntu 20.04 e posterior.[3]

Visão geral

O OBS é uma suíte de software livre e de código aberto para gravação e transmissão ao vivo. Escrito em C e C++, o OBS fornece captura de fonte e dispositivo em tempo real, composição de cena, codificação, gravação e transmissão. A transmissão de dados é feita principalmente através do RTMP (Real Time Messaging Protocol) e pode ser enviada para qualquer destino de suporte RTMP, incluindo muitas predefinições para sites de streaming, como YouTubeInstagramTwitch e Facebook.[5]

Para codificação de vídeo, o OBS é capaz de usar a biblioteca de software livre x264,[6] o Intel Quick Sync Video, a Nvidia NVENC e o AMD Video Coding Engine codificam fluxos de vídeo no formato H.264/MPEG-4 AVC e no formato H.265/HEVC. O áudio pode ser codificado usando os codecs MP3 ou AAC. Usuários avançados podem optar por usar quaisquer codecs e contêineres disponíveis no libavcodec e no libavformat, bem como enviar o fluxo para um URL FFmpeg personalizado.

Interface de usuário

A interface principal do usuário é organizada em cinco seções: cenas, fontes, mixer de áudio, transições e controles. As cenas são grupos de fontes, como vídeo ao vivo e gravado, texto e áudio. O painel do mixer permite que o usuário mude o áudio, ajuste o volume através de faders virtuais e aplique efeitos pressionando a roda dentada ao lado do botão mudo. O painel de controle tem opções para iniciar/interromper um fluxo ou gravação, um botão para transformar o OBS em um modo de estúdio mais profissional (veja abaixo), um botão para abrir o menu de configurações e um botão para sair do programa. A seção superior tem uma visualização de vídeo ao vivo, usada para monitorar e editar a cena atual. A interface do usuário pode ser alternada para o tema escuro ou claro, dependendo do que o usuário preferir.

Quando no modo de estúdio, há duas janelas de visualização de cena, a esquerda para modificar e pré-visualizar cenas não ativas, enquanto a janela da direita é para pré-visualizar a cena ativa. no meio há um botão de transição secundário, permitindo a transição para a cena não ativa na janela da esquerda.

                                                                  

                                                     


OBS Studio Versão 29.0.2 x64

 

Open Broadcaster Software (OBS) é um programa de streaming e gravação gratuito e de código aberto mantido pelo OBS Project. O programa tem suporte para o Windows 10 e posterior, macOS 11.0 e posterior e Ubuntu 20.04 e posterior.[3]

Visão geral

O OBS é uma suíte de software livre e de código aberto para gravação e transmissão ao vivo. Escrito em C e C++, o OBS fornece captura de fonte e dispositivo em tempo real, composição de cena, codificação, gravação e transmissão. A transmissão de dados é feita principalmente através do RTMP (Real Time Messaging Protocol) e pode ser enviada para qualquer destino de suporte RTMP, incluindo muitas predefinições para sites de streaming, como YouTubeInstagramTwitch e Facebook.[5]

Para codificação de vídeo, o OBS é capaz de usar a biblioteca de software livre x264,[6] o Intel Quick Sync Video, a Nvidia NVENC e o AMD Video Coding Engine codificam fluxos de vídeo no formato H.264/MPEG-4 AVC e no formato H.265/HEVC. O áudio pode ser codificado usando os codecs MP3 ou AAC. Usuários avançados podem optar por usar quaisquer codecs e contêineres disponíveis no libavcodec e no libavformat, bem como enviar o fluxo para um URL FFmpeg personalizado.

Interface de usuário

A interface principal do usuário é organizada em cinco seções: cenas, fontes, mixer de áudio, transições e controles. As cenas são grupos de fontes, como vídeo ao vivo e gravado, texto e áudio. O painel do mixer permite que o usuário mude o áudio, ajuste o volume através de faders virtuais e aplique efeitos pressionando a roda dentada ao lado do botão mudo. O painel de controle tem opções para iniciar/interromper um fluxo ou gravação, um botão para transformar o OBS em um modo de estúdio mais profissional (veja abaixo), um botão para abrir o menu de configurações e um botão para sair do programa. A seção superior tem uma visualização de vídeo ao vivo, usada para monitorar e editar a cena atual. A interface do usuário pode ser alternada para o tema escuro ou claro, dependendo do que o usuário preferir.

Quando no modo de estúdio, há duas janelas de visualização de cena, a esquerda para modificar e pré-visualizar cenas não ativas, enquanto a janela da direita é para pré-visualizar a cena ativa. no meio há um botão de transição secundário, permitindo a transição para a cena não ativa na janela da esquerda.