domingo, 8 de fevereiro de 2026

DXCPL (Ferramentas)

Microsoft DirectX é uma coleção de APIs que tratam de tarefas relacionadas a multimídia, especialmente programação de jogos, para o sistema operacional Microsoft Windows, ou seja, é quem padroniza a comunicação entre software e hardware. Com a padronização de comunicação, o DirectX fornece instruções para que aplicações (jogos, programas gráficos e entre outros, que são escritos para fins de sua utilização), e o respectivo hardware, façam uso dos seus recursos. O DirectX foi inicialmente distribuido pelos criadores de jogos junto com seus produtos, mas depois foi incluído no Windows.[1]


                                                                 



OBS Classic (Ferramentas,Software,)

 

Open Broadcaster Software (OBS) é um programa de streaming e gravação gratuito e de código aberto mantido pelo OBS Project. O programa tem suporte para o Windows 10 e posterior, macOS 11.0 e posterior e Ubuntu 20.04 e posterior.[3]

Visão geral

O OBS é uma suíte de software livre e de código aberto para gravação e transmissão ao vivo. Escrito em C e C++, o OBS fornece captura de fonte e dispositivo em tempo real, composição de cena, codificação, gravação e transmissão. A transmissão de dados é feita principalmente através do RTMP (Real Time Messaging Protocol) e pode ser enviada para qualquer destino de suporte RTMP, incluindo muitas predefinições para sites de streaming, como YouTubeInstagramTwitch e Facebook.[5]

Para codificação de vídeo, o OBS é capaz de usar a biblioteca de software livre x264,[6] o Intel Quick Sync Video, a Nvidia NVENC e o AMD Video Coding Engine codificam fluxos de vídeo no formato H.264/MPEG-4 AVC e no formato H.265/HEVC. O áudio pode ser codificado usando os codecs MP3 ou AAC. Usuários avançados podem optar por usar quaisquer codecs e contêineres disponíveis no libavcodec e no libavformat, bem como enviar o fluxo para um URL FFmpeg personalizado.

Interface de usuário

A interface principal do usuário é organizada em cinco seções: cenas, fontes, mixer de áudio, transições e controles. As cenas são grupos de fontes, como vídeo ao vivo e gravado, texto e áudio. O painel do mixer permite que o usuário mude o áudio, ajuste o volume através de faders virtuais e aplique efeitos pressionando a roda dentada ao lado do botão mudo. O painel de controle tem opções para iniciar/interromper um fluxo ou gravação, um botão para transformar o OBS em um modo de estúdio mais profissional (veja abaixo), um botão para abrir o menu de configurações e um botão para sair do programa. A seção superior tem uma visualização de vídeo ao vivo, usada para monitorar e editar a cena atual. A interface do usuário pode ser alternada para o tema escuro ou claro, dependendo do que o usuário preferir.

Quando no modo de estúdio, há duas janelas de visualização de cena, a esquerda para modificar e pré-visualizar cenas não ativas, enquanto a janela da direita é para pré-visualizar a cena ativa. no meio há um botão de transição secundário, permitindo a transição para a cena não ativa na janela da esquerda.

                                                                  

                                                     


OBS Studio Versão 29.0.2 x64

 

Open Broadcaster Software (OBS) é um programa de streaming e gravação gratuito e de código aberto mantido pelo OBS Project. O programa tem suporte para o Windows 10 e posterior, macOS 11.0 e posterior e Ubuntu 20.04 e posterior.[3]

Visão geral

O OBS é uma suíte de software livre e de código aberto para gravação e transmissão ao vivo. Escrito em C e C++, o OBS fornece captura de fonte e dispositivo em tempo real, composição de cena, codificação, gravação e transmissão. A transmissão de dados é feita principalmente através do RTMP (Real Time Messaging Protocol) e pode ser enviada para qualquer destino de suporte RTMP, incluindo muitas predefinições para sites de streaming, como YouTubeInstagramTwitch e Facebook.[5]

Para codificação de vídeo, o OBS é capaz de usar a biblioteca de software livre x264,[6] o Intel Quick Sync Video, a Nvidia NVENC e o AMD Video Coding Engine codificam fluxos de vídeo no formato H.264/MPEG-4 AVC e no formato H.265/HEVC. O áudio pode ser codificado usando os codecs MP3 ou AAC. Usuários avançados podem optar por usar quaisquer codecs e contêineres disponíveis no libavcodec e no libavformat, bem como enviar o fluxo para um URL FFmpeg personalizado.

Interface de usuário

A interface principal do usuário é organizada em cinco seções: cenas, fontes, mixer de áudio, transições e controles. As cenas são grupos de fontes, como vídeo ao vivo e gravado, texto e áudio. O painel do mixer permite que o usuário mude o áudio, ajuste o volume através de faders virtuais e aplique efeitos pressionando a roda dentada ao lado do botão mudo. O painel de controle tem opções para iniciar/interromper um fluxo ou gravação, um botão para transformar o OBS em um modo de estúdio mais profissional (veja abaixo), um botão para abrir o menu de configurações e um botão para sair do programa. A seção superior tem uma visualização de vídeo ao vivo, usada para monitorar e editar a cena atual. A interface do usuário pode ser alternada para o tema escuro ou claro, dependendo do que o usuário preferir.

Quando no modo de estúdio, há duas janelas de visualização de cena, a esquerda para modificar e pré-visualizar cenas não ativas, enquanto a janela da direita é para pré-visualizar a cena ativa. no meio há um botão de transição secundário, permitindo a transição para a cena não ativa na janela da esquerda.

                                                                 





Guiformat



FAT32 (File Allocation Table ou Tabela de Alocação de Arquivos) é um sistema de arquivos que gerencia o acesso a arquivos em HDs e outras mídias. Criado em 1996 pela Microsoft para substituir o FAT16 usado pelo MS-DOS e com uma série de limitações.[1] O FAT32 foi implementado nos sistemas Windows 95 (OSR2), Windows 98 e Millennium e ainda possui compatibilidade com os sistemas Windows 2000 e Windows XP, que utilizam um sistema de arquivos mais moderno, o NTFS, que foi continuado, sendo usado também nos sistemas Windows VistaWindows 7 e Windows Server 2008 R1/R2 (para servidores empresariais).

Funcionamento

A tabela de alocação de arquivos (FAT) é uma estrutura de dados que o Windows cria após a formatação lógica de uma unidade. Esta tabela guarda informações sobre a localização de cada arquivo dentro da unidade física para que elas possam ser salvas, recuperadas, alteradas ou deletadas posteriormente. Elas são armazenadas em blocos dispostos em diferentes posições do disco, justificando a necessidade de uma tabela que aponte para cada um destes blocos. Em resumo, para todo o tipo de acesso a dados em uma mídia, é necessário um sistema de arquivos para realizar tais ações. Sem uma estrutura de armazenamento de dados como o FAT32, nenhum procedimento de acesso a disco é possível.

Considerações de Compatibilidade do FAT32

Para manter a melhor compatibilidade possível com os programas, drivers de dispositivo e as redes existentes, o FAT32 foi implementado com o menor número de alterações possíveis na arquitetura do Windows, nas estruturas de dados internos, em APIs (Application Programming Interfaces) e no formato no disco. No entanto, pelo fato de ser solicitado 4 bytes para armazenar valores do cluster, muitas estruturas de dados internas e no disco e APIs publicados foram revisadas ou expandidas. Em alguns casos, APIs existentes não irão funcionar em unidades FAT32. A maioria dos programas não será afetada por essas alterações. Ferramentas e drivers existentes continuarão funcionando em unidades FAT32. No entanto, o MS-DOS bloqueia drivers de dispositivo (por exemplo, Aspidisk.sys), e as ferramentas do disco precisarão ser revisadas para suportar as unidades FAT32.

Todas as ferramentas de disco agrupadas da Microsoft (Format, Fdisk, Defrag e ScanDisk com base no MS-DOS e no Windows) foram revisadas para o funcionamento com o FAT32. Além disso, a Microsoft está tentando fazer com que o dispositivo e os fabricantes de ferramenta de disco ofereçam suporte às ferramentas na revisão de seus produtos para o suporte ao FAT32.

Um volume FAT32 não pode ser compactado usando o Microsoft DriveSpace ou o DriveSpace 3.


                                                           






Yu-Gi-Oh! GX Tag Force 3 (PSP)

Yu-Gi-Oh! GX Tag Force 3 is the third game in the Yu-Gi-Oh! Tag Force series. It is set in Duel Academy during the fourth season of the Yu-Gi-Oh! GX anime. This is the last game of the Yu-Gi-Oh! GX Tag Force series.

Features

  • The game includes a total of 3501 cards, the 4th most cards ever to date in a Yu-Gi-Oh! video game (at the time)
  • This is the only Tag Force game to feature a playable female character.
  • The cards in the game go up to Crossroads of Chaos, and also included are cards from the first two Duel Terminal sets, as well as any Starter and Structure Decks that were released prior to July 2008.
  • Includes new Synchro Monsters from Yu-Gi-Oh! 5D's.
  • Uses the Yu-Gi-Oh! Official Card Game Master Rules and March 2008 Banlist.
  • Retains the Destiny Draw system from Yu-Gi-Oh! GX Tag Force 2.
  • In addition to retaining the Free Mini Games from Yu-Gi-Oh! GX Tag Force 2, a new Mini Game ("Ball or Bread") was added.
  • UMD Recognition with the Yu-Gi-Oh! GX Tag Force 2 and Yu-Gi-Oh! GX Tag Force UMD will unlock new cards, special Booster Packs, a new storyline, and the ability to partner with Bastion Misawa. However, if you get a very high score at the exam, you can unlock a pack from the shop, even one of the ones unlockable with UMD Recognition.
  • Unlike previous games in the Tag Force series, this game's Story Mode only has four Heart Events, not eight. However some characters have multiple storylines to make up for this.
  • Some Monsters have also received Summon and Attack animations including "Blue-Eyes White Dragon", "Elemental Hero Bladege" and "Light and Darkness Dragon".
  • A Photo Gallery feature has been added, allowing the player to view all pictures of the characters' Story Endings, pictures from the previous Yu-Gi-Oh! Tag Force installments and watch videos of Monsters' Summon and Attack animations.

                                                                       


                           

                                               






Tekken 3 (PS1)

Tekken 3 (鉄拳3) is a 1997 fighting game developed and published by Namco. It is the third installment in the Tekken series and the first game built on the Namco System 12 arcade hardware. The game takes place nineteen years after Tekken 2 (1995) and features a largely new cast of characters, including the debut of several staple characters such as Jin Kazama, Ling Xiaoyu and Bryan Fury, and adds a sidestepping ability to every character. Tekken 3 was ported to the PlayStation in 1998 with additional content, including a beat 'em up mode called Tekken Force.

The game was a major hit for both arcades and consoles, selling 35,000 arcade units and 8.36 million PlayStation copies worldwide, making Tekken 3 the fifth best-selling PlayStation game. Since its release, Tekken 3 has been cited as one of the greatest games of all time. It was followed by Tekken Tag Tournament (1999) and its direct sequel, Tekken 4 (2001). Later, Tekken 3's arcade version was included within Tekken 5 on PlayStation 2, while the console port was re-released as part of Sony's PlayStation Classic.

Gameplay

Gameplay screenshot of the arcade version depicting Nina Williams against the swordsman Yoshimitsu

Tekken 3 maintains the same core fighting system and concept as its predecessors.[6] Three-dimensional movement is insignificant in previous Tekken games (aside from some characters having unique sidesteps and dodging maneuvers), but Tekken 3 adds emphasis on the third axis by allowing characters to sidestep in or out of the background.[7][8] Fighters now jump more reasonable heights than in the previous games, making them less overwhelming and putting more use to sidestep dodges, as jumping can no longer dodge every ground attack. Reversals, introduced for some characters in Tekken 2, were now available to all characters.[9] New improvements include quicker recoveries from knockdowns, more escapes from tackles and stuns, more moves with juggling enabled, and newly created combo throws.

Tekken 3 introduces a beat 'em up minigame called "Tekken Force", which pits the player in various stages against enemies in a side-scrolling fashion. The concept was expanded on in a minigame for Tekken 4, and succeeded by the Devil Within campaign mode in Tekken 5. Another minigame is known as "Tekken Ball", similar to beach volleyball, where the player must hit the ball with a powerful attack to pulverize the opponent, or cause them penalty damage by letting the ball fall into the opponent's territory.

Characters

The arcade version features a total of 22 playable fighters. Because the game takes place 19 years after Tekken 2, only seven fighters from the previous installment return, with the rest being new.

The console version adds two new characters, Dr. Bosconovitch and Gon, and also makes Anna Williams, a palette swap of Nina Williams in the arcade version, into a distinct character with her own moveset, voice clip, and ending. There are also several unplayable enemies faced only during the Tekken Force minigame. The console version only features 10 characters available by default, with the rest being unlocked by fulfilling various conditions.

New characters

  • Bryan Fury a: An undead cyborg kickboxer sent by mad scientist Dr. Abel to kidnap his rival scientist Dr. Bosconovitch. He also has an ill-fated history with Lei Wulong, who had been investigating Bryan's illegal activities when the cyborg was once a human.
  • Crow b: A code name and member of the Tekken Force. Crow has the lowest rank.
  • Dr. Bosconovitch a d: The silly, elderly genius scientist who is Yoshimitsu's friend and a prisoner of the Mishima Zaibatsu.
  • Eddy Gordo: A framed Capoeira prodigy seeking revenge against the Mishima Zaibatsu for having assassinated his parents and ruined his family's business.
  • Forest Law: The son of Marshall Law (whom he heavily resembles and fights like), now competing to earn money to help him out.
  • Gon a d: A special guest character from the manga of the same name.
  • Gun Jack a: The third model of the JACK series sent by his creator, Jane, to retrieve JACK-2's memory data.
  • Hwoarang: A Tae Kwon Do student of Baek Doo San wanting to take revenge against Ogre for apparently murdering his teacher.
  • Jin Kazama: The grandson of Heihachi Mishima and son of Kazuya Mishima and Jun Kazama practicing both his parents' martial arts who seeks revenge against Ogre for having supposedly killed his mother.
  • Julia Chang a: The adopted daughter of Michelle Chang sets out to rescue her kidnapped mother from the Mishima Zaibatsu.
  • King II: The successor of the original King who participates to save his predecessor's orphanage after the original is killed by Ogre, under tutelage of the original King's friend, Armor King.
  • Kuma II a: The son of the original Kuma also serving as Heihachi's loyal pet and bodyguard.
  • Ling Xiaoyu: A Chinese teenager practicing Baguazhang and Piguaquan who wants to build her own amusement park by winning the tournament.
  • Mokujin a: A 2,000-year-old wooden dummy who comes to life as a result of Ogre's awakening and is able to switch between every other fighters' fighting styles.
  • Ogre a: A mysterious immortal bioweapon alien known as the God of Fighting. Ogre is the main antagonist and final boss, responsible for the disappearances of numerous martial artists and other fighters. Ogre has two separate playable forms to distinguish their fighting styles and move sets, the initial green-colored humanoid form known as Ancient Ogre, and the final dark-colored monster form known as True Ogre.
  • Panda a c: Xiaoyu's pet and bodyguard; to her dismay, the current Kuma has a crush on her.
  • Tiger Jackson a c: A disco man with an afro.

Returning characters