GTA V Legacy Pré-Alpha Legenda PT-BR
domingo, 8 de fevereiro de 2026
GTA V Legacy PreAlpha PT-BR
Zula (PC)
Zula é um jogo de tiro em primeira pessoa produzido pela empresa turca MadByte Games e distribuído no Brasil pela XCloudGame. O jogo inicialmente foi lançado no Brasil pela Playspot em junho de 2016 e posteriormente pela XCloudGame em março de 2017.[1][2][3]Teve seus servidores encerrados no Brasil em 14 de Abril de 2020.
O jogo contém vinte personagens divididos em duas facções inimigas no jogo. Zula, um grupo de vigilantes incompreendidos como um sindicato do crime organizado e Gladyo, uma força de paramilitares com membros de diferentes países que se infiltrou em organizações militares pelo mundo.
O jogo contém diversos mapas onde o jogador pode escolher jogar em lugares como Iraque, Istambul e outros lugares do oriente médio, além de também contar com um mapa no Brasil.
A XCloud organizava regularmente campeonatos de Zula no Brasil, tendo a equipe vencedora a chance de disputar o mundial na Turquia, onde o prêmio chegava a cem mil dólares.[4][5]
O Jogo teve seus servidores fechados no Brasil, em 2020, por problemas internos, os jogadores brasileiros receberam pins com materiais ou cash, em forma de agradecimento, atualmente os "BRS" como são chamados os jogadores do Brasil, jogam a versão latina do ZULA.[6]
A seguinte nota foi espedida no dia 17 de março de 2020. "Atenção caros atiradores,
Como muitos de vocês já estavam cientes, desde o ano de 2019, a desenvolvedora MadByte é a responsável pelas operações do Zula no Brasil. Após essa alteração, a autonomia da xCloudGame se tornou bastante limitada, sendo responsável basicamente pelo contato com a comunidade brasileira.
Neste período ocorreram algumas dificuldades que demoraram para ser solucionadas, visto que tudo precisava ser analisado e aplicado pela desenvolvedora, sendo que algumas delas nem chegaram a ser corrigidas. Houve um impulso na tentativa de equilibrar os números, mas ao mesmo tempo houve as remoções do sistema de missões para inclusão do Pass, e também houve o encerramento dos campeonatos por parte da desenvolvedora, isso acabou desencorajando muitos dos jogadores.
Sabemos da nossa responsabilidade e temos um carinho especial por tantos jogadores que apesar das dificuldades, sempre nos apoiaram com sugestões e falando o que precisávamos ouvir. Mas o nosso papel se limitava basicamente em reportar os problemas para os criadores do jogo.
Já fazem alguns meses que os serviços da desenvolvedora foram ainda mais diminuídos e isso impactou diretamente todo o jogo, ocasionando demora e a não resolução de alguns problemas. Sabemos que para haver recomendações dos jogadores, primeiro os problemas existentes precisariam ser corrigidos, mas infelizmente alguns deles não foram e isso acabou gerando ainda mais descontentamento.
A desenvolvedora MadByte nos informou de sua decisão definitiva de encerrar as atividades do Zula, no Brasil. Fomos informados de que os servidores seriam descontinuados e nada poderia ser feito para reverter a situação, nem mesmo se pegássemos o jogo de volta, o fato é que não houve mais o interesse no mercado brasileiro.
Sabendo que tal decisão era irreversível, nossa equipe tentou um acordo para migrar as contas dos jogadores para o servidor Latino, que continuará em funcionamento. Num primeiro momento não houve resposta positiva, mas a MadByte se propôs a analisar esta questão, para que os jogadores possam continuar jogando no servidor Latino.
Esta não foi uma decisão da xCloudGame, devido ao fato de que os direitos do jogo são exclusivamente da desenvolvedora turca desde 2019.
Em breve a desenvolvedora informará novas instruções sobre a migração do servidor, que será de total responsabilidade da MadByte em junção com a equipe Axeso5, que é atual responsável pelo Zula na América Latina.
O servidor está offline no momento, mas já comunicados o problema para a equipe da desenvolvedora corrigir e continuar funcionando até o encerramento final. Agradecemos a todos os que estiveram conosco até aqui, foi um prazer servir junto com todos vocês.
Equipe Zula."[7].
No dia 14 de Abril de 2020, os servidores foram encerrados no Brasil.[
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
DOOM 3 (PC)
Doom 3 é um jogo eletrônico do gênero de tiro em primeira pessoa, mais tarde convertido para Xbox. Produzido pela id Software e distribuído pela Activision,[1] é um jogo desconexo da série principal e suas sequências. Sendo um reboot da série e uma reimaginação de Doom.
Foi lançada inicialmente lançado para Windows e Linux em 2004, recebendo versão para MacOS e para o console Xbox da Microsoft em 2005. Uma expansão, Doom 3: Resurrection of Evil, também foi lançada.
Desenvolvimento

Em 2000, John Carmack pôs um plano anunciando um remake de Doom com nova tecnologia. Isso mostrou uma controvérsia circulando na id.
Kevin Cloud e Adrian Carmack , dois dos donos da id Software, tinham forte oposição a um remake de Doom . Eles acharam que a id estaria voltando para velhas formas novamente. Mas a boa recepção de Return to Castle Wolfenstein e as tecnologias melhores fizeram a maioria dos empregados concordarem com o remake. E eles deram um ultimato a Kevin e Adrian: "Deixe-nos refazer Doom ou demita-nos" (incluindo John Carmack). Depois de confrontos amigáveis (embora o artista Paul Steed tenha sido demitido em retaliação), deste modo o acordo para Doom 3 foi feito.
O jogo demorou 3 anos para ser produzido. Em 2001 foi revelado na MacWorld em Tokyo e mais tarde demonstrado na E3 em 2002, quando um vídeo de 15 minutos fora mostrado. Ganhou 5 prêmios na E3 naquele ano. Logo depois, uma versão de desenvolvimento vazou da ATI Technologies e se espalhou na internet. O jogo também fora mostrado na E3 em 2003 e 2004, mas o site da id Software só começou a incluir Doom 3 em 2003. De acordo com John Carmack, o desenvolvimento demorou mais que o esperado. O jogo iria chegar junto com outros dois atiradores esperados, Halo 2 e Half-Life 2, no Natal de 2003.
Doom 3 acabou sua produção em 14 de Julho de 2004. Em 3 de Agosto fora lançado nos EUA, e 10 dias depois no resto do mundo (exceto na Rússia e ex-URSS, onde a localização demorou demais e só foi lançado em Dezembro). Dois dias antes do lançamento oficial, piratas conseguiram uma cópia de Doom 3 que rapidamente se espalhou na Web (embora um serial fosse necessário para multijogador).
História
A trama é similar a do Doom original, a história fala sobre um fuzileiro espacial mandado para uma missão de rotina em Marte . Mas ao contrário do original, em que a história era algo secundário, desta vez a id Software empregou um escritor de ficção científica , Matthew Castello, para escrever o script e ajudar com os storyboards . Os eventos e atmosfera tem como grande influência filmes como Madrugada dos Mortos de George Romero e Alien , de Ridley Scott .
Uma novidade nos jogos da id fora introduzida: cenas de animação que dão propósito e contexto às ações do jogador. E se assemelhando a jogos como System Shock e Aliens versus Predator 2 , várias mensagens de texto, voz e vídeo estão espalhados pela base em que o jogo se passa, para mostrar a história e preocupação da população sobre a base em Marte.
A história de Doom 3 começa com a descoberta de ruínas subterrâneas no solo marciano. Sinais mostram que, eras atrás, os marcianos desenvolveram uma tecnologia de teletransporte. No entanto, foi descoberto tarde demais que o teletransporte passava pelo Inferno. Invadida pelos demônios, os alienígenas criaram uma arma, o Soul Cube, abastecida pelas almas de quase todos os marcianos, e usada para derrotar e conter os demônios no Inferno.
E assim, os sobreviventes deixaram relatos para alertar a visitantes que não recriassem a tecnologia e abrissem o portal para o inferno, teleportando-se para local desconhecido em seguida.
A Union Aerospace Corporation (UAC), descobrindo o Soul Cube, resolve usá-lo para criar o mesmo teletransporte. Descobrindo que abriram um portal para o Inferno, cientistas liderados por Malcolm Betruger resolvem explorar mais a fundo. Por causa dos experimentos, fenômenos bizarros e acidentes de trabalho começam a ocorrer em Marte, levando fuzileiros a serem chamados.
Betruger leva o Soul Cube para o Inferno e, aparentemente tendo passado por uma lavagem cerebral, faz um acordo com as criaturas lá. Os demônios então atacam a colônia de Marte, matando ou zumbificando a maior parte da população. Os fuzileiros foram rapidamente exterminados pelos demônios e zumbis, com a exceção de um soldado - o controlado pelo jogador.
Durante o jogo, uma mensagem é enviada a terra em busca de reforços. O fuzileiro sobrevivente (você) descobre então que Betruger pretende trazer forças do inferno, usar as naves dos reforços terrestres para levar os demônios à Terra e conquistá-la.
O fuzileiro insiste na luta contra os demônios e Betruger manda-o para o Inferno no intuito de destruí-lo. Já no Inferno, o soldado enfrenta o Guardião - um enorme demônio sem olhos que precisa da ajuda de pequenas criaturas (Seekers) para ajudar perseguir o jogador. Derrotando o Guardião, o Soul Cube é libertado, e o jogador volta a base com ele sob sua posse.
As ações do jogador tem como objetivo parar a invasão. Betruger encontra outra maneira de viajar até o Inferno: ele abre um portão demoníaco nas ruínas, no subsolo das instalações marcianas. Esse é o caminho que o jogador deve seguir para deter os demônios. No final, o fuzileiro terá que usar o Soul Cube para derrotar o mais poderoso guerreiro demônio, o Cyberdemon, e fechar o portal usando os poderes do Cubo.
Chegam então os reforços. O fuzileiro é encontrado vivo, mas Betruger não é encontrado.
Jogabilidade
Assim como nos outros Doom , o jogo tem como objetivo o de passar pelos labirintos cheios de monstros, buscando a entrada para o próximo nível. Mas diferente dos anteriores, também há personagens amigos, e a inteligência artificial dos inimigos é mais sofisticada.
Há diversos itens, como armaduras, kits de primeiros socorros (para curar), Berserk (invencibilidade), invisibilidade (só no multiplayer), mochilas (carrega mais itens), chaves para portas trancadas e tanques de oxigênio para aguentar a atmosfera marciana (fora da colônia). O personagem carrega um PDA que recebe e-mails, lê discos de vídeo com informações e abre portas.
Há 12 armas em Doom 3: os próprios punhos, lanterna (que além de iluminar pode ser usada para bater), pistola básica, espingarda, 2 metralhadoras (uma delas é a clássica minigun), granada, rifle de plasma, lançador de foguetes, motoserra, Soul Cube (arma importante que se consegue no fim do jogo) e BFG 9000, uma arma fícticia e tradicional da série (BFG é um acrônimo de Big Fucking Gun, porém os jogadores brasileiros a chamam de Bola de Fogo Gigante, no filme aparece como Bio Force Gun version 3.14, mas o personagem Sarge a chama pelo nome original, em tom de brincadeira).
Inteligência artificial
O jogo não mostra muita inovação nessa área, onde a maioria dos inimigos responde às suas ações de forma mecânica e previsível. Os soldados zumbis são os únicos que agem um pouco mais "inteligentemente", e tentam se esconder em cantos ou obstáculos no meio do caminho, enquanto abrem fogo contra você. Outros pulam de lado, tentando desviar. Mas se resume à isso, enquanto o restante apenas corre em sua direção, independentemente se estão ou não sendo feridos. O jogo inovou mais pela parte gráfica e em menor parte pela física, do que pela inteligência artificial.
Expansão
No dia 3 de abril de 2005, a id Software liberou uma expansão do Doom 3 para o Windows, intitulada Resurrection of Evil. Foi desenvolvida pela Nerve Software, uma empresa que tem parceria com a id em vários outros projetos, incluindo Return to Castle Wolfenstein e a conversão de Doom para Xbox. Publicada mais uma vez pela Activision, uma versão para Linux foi lançada em 24 de Maio de 2005, e uma versão para Xbox em 5 de Outubro de 2005.
A expansão caracteriza-se por apresentar doze novas fases single player, que se passam um ano depois do enredo original. A jogabilidade multiplayer foi melhorada, oficialmente aumentando o limite de jogadores para oito e adicionando novos modos de jogo, tais como capture the flag.
Também foram adicionados novos inimigos (o mais notável foi o retorno das lost souls em forma de caveira do Doom clássico ) e três novas armas: o Grabber , muito semelhante à Gravity Gun do Half-Life 2 ; uma espingarda de dois canos , semelhante à do Doom II ; e, finalmente, um artefato chamado Hellstone ,que se assemelha a um coração humano com algumas partes mecânicas, com poderes especiais.
A história é simples, após se passar um ano do massacre em marte a UAC resolve reconstruir o laboratório e descobre um poderoso amuleto nas escavações (o Hellstone), ao pegar o amuleto o portal é reaberto e todos são mortos, como sempre o fuzileiro controlado pelo jogador é o único sobrevivente. Agora sua missão é derrotar Maledict o chefe dos demônios e fechar de uma vez por todas os portais para o inferno.
Requisito Windows 7/8/10 ou Superior Memória 3 Gigas
Gráfico
| NVIDIA GeForce 9800 GT/ATI Radeon HD 5750, 512 MB de RAM de vídeo |
RoboCop - Aratanaru Kiki (Gamecube)
RoboCop is a first-person shooter video game based on the RoboCop films. It was developed and published by French company Titus Interactive, which acquired the rights to produce RoboCop video games in 1999. After several schedule changes, the game was released in 2003 for Microsoft Windows, PlayStation 2, and Xbox, with the European versions distributed through Avalon Interactive. A GameCube version was released in Japan in 2004, under the title RoboCop: Aratanaru Kiki (English: RoboCop: New Crisis). According to Metacritic, the Xbox version, the only one to be released in North America, received "unfavorable" reviews.
Gameplay
RoboCop is a first-person shooter based on the RoboCop films. In the game, RoboCop, a cyborg police officer in Neo Detroit, is tasked with finding the people responsible for the spread of a new designer drug known as Brain Drain. Simultaneously, RoboCop is tasked with investigating connections between a mayoral candidate, Omni Consumer Products (the creator of RoboCop), and Brain Drain.[1]
The game features nine large levels, each one divided into several sections.[2] The player's progress is saved after the completion of each level. If the player is killed, then the level is restarted from the beginning.[2][3][1] Each level consists of one primary objective and several secondary and bonus objectives. The player must complete the primary objective to advance through the game, while the other objectives add to the player's final score. RoboCop can use several weapons against enemies, including a pistol, a machine gun, a grenade launcher, and a missile launcher.[2] RoboCop can also rescue civilians being held as hostages and can arrest enemies who surrender.[2][1]
Development and release
In June 1999, Titus Interactive announced they had acquired the rights to develop and publish video games based on RoboCop from Metro-Goldwyn-Mayer. The license included all video game systems, including the Dreamcast, Nintendo 64, PlayStation, and PlayStation 2. The game that was announced would be a first-person-shooter developed by Xatrix Entertainment and would be released in late 2000.[4][5] This incarnation of the video game, which was meant for the PlayStation 2 was eventually reworked.
In April 2001, Titus showcased the title, with fellow-rival French company Infogrames now applied as developer for the game[6] with a release date in November.[7][8] Once again, nothing came through of this incarnation of the game either.
By 2002, Titus Interactive's in-house development studio Titus Interactive Studio became the game's developer.[9] By May 2002, the PS2 version remained in development and was known as RoboCop: The Future of Law Enforcement, with an expected release that October. The game includes an original story based on the RoboCop films.[10] Once again, the game missed this date and the PS2 version's North American release, alongside a release for the GameCube version were scrapped altogether when Titus decided to focus exclusively on the Xbox version of the game.[11][12] In November 2002, Titus Software Corporation announced that the game would be released in February 2003.[13][14] By the following month, the Xbox version had been scheduled for release in April 2003,[15] then a July 2003 release[9][16][17] After that, the game was finally released after years of development trouble.
In Europe, Titus Interactive released a Microsoft Windows version in April 2003,[18][19] with the scrapped but completed PlayStation 2 version being released later on.[20] In Japan, Titus Japan K.K. released the PlayStation 2 version in July 2003,[11] while the scrapped GameCube version was released on March 4, 2004, under the title RoboCop: Aratanaru Kiki (translated as RoboCop: New Crisis in English).[11]
Reception
| Aggregator | Score |
|---|---|
| GameRankings | XBOX: 41%[21] |
| Metacritic | XBOX: 30/100[22] |
| Publication | Score |
|---|---|
| AllGame | |
| Electronic Gaming Monthly | 2.67/10[23] |
| Famitsu | 26/40[24] |
| Game Informer | 3.5/10[25] |
| GameSpot | 2.2/10[2] |
| GameZone | 7.3/10[18] |
| PlayStation Official Magazine – UK | 2/10[20] |
| Official Xbox Magazine (UK) | 5.9/10[3] |
| PC Gamer (UK) | 22%[26] |
| TeamXbox | 5.2/10[1] |
| PC Games | 42%[19] |
The Xbox version received "unfavorable" reviews according to the review aggregation website Metacritic.[22] The Xbox game was particularly criticized for its lack of an in-level save option.[2][3][1] The Swedish magazine Gamereactor called the Xbox version "the worst videogame since Superman 64" (also from Titus Software).[27]
Alex Navarro of GameSpot criticized the sound and graphics, the game's difficulty, slow player movements, a poor targeting system, poor controls, and the abundance of enemies, as well as the lack of objects to hide behind. Navarro further noted the limited amount of player ammo and the large amount of ammo needed to kill each enemy.[2] Scott Alan Marriott of AllGame noted the "realistic, gritty environment that offers some limited interaction" and stated that "the look and feel" of the RoboCop films "are well captured". However, he criticized the slow cursor-based targeting system, stating that while it works in the RoboCop films "for dramatic effect", it "is downright dangerous in a game" with an abundance of enemy gunfire. Marriott also criticized the repetitive music and noted RoboCop's slow movements as being realistic to the films but frustrating to play.[9]
Ben Lawrence of Official Xbox Magazine criticized the game as repetitive and frustrating, and noted the limited weapons and their ineffectiveness against enemies.[3] Electronic Gaming Monthly criticized the Xbox version for its graphics, repetitive mission objectives, and poor artificial intelligence.[23] Game Informer noted that the game included authentic elements from the films but that such details did not improve the gameplay, stating that the game "pretty much fails on every conceivable front and can't hold a candle to 99 percent of the games currently in the Xbox library".[25] TeamXbox considered the game repetitive and its storyline "rather uninteresting" and noted that the graphics and sound were average.
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